Cristóvão, Marcão, Sóbis e Wagner protagonizam campanha contra o racismo no Flu

Cristóvão, Marcão, Sóbis e Wagner protagonizam campanha contra o racismo no Flu

Rafael Sóbis, Marcão, Wagner e Cristóvão Borges em campanha contra o racismo no Flu

O Fluminense entrou na campanha contra o racismo no futebol, seguindo a onda de manifestações de repúdio à discrimininação racial, após o caso do lateral Daniel Alves no último domingo. O jogador brasileiro do Barcelona comeu uma banana atirada por torcedor do Villarreal durante jogo pelo Campeonato Espanhol.

A ação do Tricolor divulgada na internet é protagonizada pelo técnico Cristóvão Borges, pelo auxiliar Marcão e pelos jogadores Rafael Sóbis e Wagner. O atacante Fred também já tinha se manifestado sobre o tema em redes sociais.

“É inadmissível o racismo ainda acontecer no mundo. É muito triste. Por outro lado, é bom que haja essa discussão. Logicamente, tem de haver punições severas para que isso pare. E o fato de estar sendo divulgado é muito positivo para ser discutido. É claro que esse problema só será resolvido através da educação”, afirmou Cristóvão.

Em nota oficial, o Fluminense também destaca que, ao longo de sua história, “foi pioneiro na luta contra o racismo. Desde o time de aspirantes de 1910, que espelhava todas as etnias que compõem o Brasil. Havia descendentes de ingleses, como Harold Cox, irmão de Oscar Cox, assim como filhos de portugueses e mulatos. Esta mistura de raças e culturas faria o nosso país inventar nas décadas seguintes uma nova forma de jogar futebol. O clube sempre prezou pela qualidade e caráter dos seus atletas e jamais fez qualquer discriminação de cor. Até porque este tipo de preconceito nunca conseguiu se difundir nas Laranjeiras. Em 1933, houve a implementação do profissionalismo no futebol, uma bandeira do Fluminense Football Club que trouxe um passaporte para a inclusão social de todas as classes e raças”.

MSN Esportes

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