Palmeiras bate o Santos nos pênaltis e avança à final do Paulistão

O Palmeiras está na final do Campeonato Paulista. Nos pênaltis, o Verdão bateu o Santos e se classificou para a decisão – espera a definição do confronto entre Corinthians e São Paulo. No tempo normal, o Peixe venceu por 2 a 1, com gols de Sasha e Rodrygo (Bruno Henrique fez o do Palmeiras). Como o Verdão havia vencido o primeiro jogo por 1 a 0, a decisão foi para os pênaltis. E aí brilhou a estrela de Jailson. O goleiro pegou a cobrança de Diogo Vitor, e o Palmeiras venceu a disputa por 5 a 3.

O Palmeiras está na final do Campeonato Paulista. Nos pênaltis, o Verdão bateu o Santos e se classificou para a decisão – espera a definição do confronto entre Corinthians e São Paulo. No tempo normal, o Peixe venceu por 2 a 1, com gols de Sasha e Rodrygo (Bruno Henrique fez o do Palmeiras). Como o Verdão havia vencido o primeiro jogo por 1 a 0, a decisão foi para os pênaltis. E aí brilhou a estrela de Jailson. O goleiro pegou a cobrança de Diogo Vitor, e o Palmeiras venceu a disputa por 5 a 3.

Dudu, Tchê Tchê, Victor Luis, Moisés e Guerra marcaram pelo Palmeiras. Gabriel, Jean Mota e Arthur Gomes fizeram os gols do Santos. Diogo Vitor foi o único a errar: responsável pela terceira cobrança do Santos, bateu fraco, à meia altura, à direita de Jailson.

Sem Marcos Rocha, lesionado, Roger Machado escalou Tchê Tchê na lateral direita. Foi a única grande mudança em relação ao time que havia vencido o Santos no sábado por 1 a 0. Por mais irônico que possa parecer, o Verdão teve muito mais volume de jogo, inclusive no primeiro tempo, em que perdeu por 2 a 1 – o problema foram as desatenções do sistema defensivo (Sasha sobe sozinho no primeiro gol, Victor Luis dá condição a Rodrygo no segundo, nas duas únicas vezes em que o Santos passou do meio-campo).

Na etapa final, Roger trocou Lucas Lima, muito apagado, por Guerra. Mas, diante de um Santos muito recuado, tudo o que Palmeiras fez foi alçar bolas na área. Deyverson, recuperado de lesão, fez seu primeiro jogo no ano, substituindo Willian. Moisés também entrou, no lugar de Bruno Henrique. Nada mudou. E a decisão foi para os pênaltis.

Jair Ventura mexeu mais uma vez na estrutura da equipe. Depois de testar Vecchio, Jean Mota, Vitor Bueno, Diogo Vitor, o treinador optou por um esquema com quatro atacantes: Arthur Gomes, Eduardo Sasha, Rodrygo e Gabigol, sendo que estes dois últimos, mais centralizados, se revezavam na função de voltar ao meio para tentar armar o time. Com a bola, era um 4-2-4, semelhante ao usado pelo Corinthians na vitória contra o Palmeiras. No geral, o Santos teve muita dificuldade para sair com a bola da defesa. Mas nas poucas vezes em que passava do meio-campo, chegava com volume, com seus quatro homens de frente. Foi assim que saiu em vantagem no primeiro tempo.

No segundo, o Peixe se fechou todo na defesa, tentando os contra-ataques. Não conseguiu encaixar nenhum. E a decisão foi para os pênaltis.

Na primeira vez em que conseguiu trocar passes no ataque, o Santos abriu o placar aos 13, com Eduardo Sasha, de cabeça, aproveitando bom cruzamento de Daniel Guedes. A vantagem santista durou apenas três minutos. Aos 16, Bruno Henrique pegou uma bola espirrada e mandou de fora da área, rasteiro. O gol abalou o Santos, e o Palmeiras soube tirar proveito do nervosismo santista, minando sua saída de bola. Já aos 39, porém, o Santos achou um segundo gol. Rodrygo fez a jogada pela esquerda, Gabriel chutou, a bola bateu em Sasha e voltou para Rodrygo recolocar o Peixe em vantagem, enquanto todos os jogadores do Palmeiras protestavam contra a arbitragem – de forma inútil, já que Victor Luis dava condição.

A etapa final foi ataque (Palmeiras) contra defesa (Santos). O Verdão martelou do início ao fim, enquanto o Peixe se fechou para tentar achar algo num contragolpe. Nenhum dos dois teve êxito, e o jogo ficou truncado – os goleiros mal trabalharam durante os 45 minutos. Os palmeirenses reclamaram pênalti em três lances, mas a arbitragem nada marcou.

Globo Esporte