Vandalismo e brigas de um lado, máscara, créu e festa do outro… o clássico fora de campo

Mas se ao longo dos 90 minutos deste sábado, com a vitória do Avaí por 1 a 0, o duelo foi disputado de forma limpa e na bola, fora dele o que se viu foram atos de vandalismo, brigas pelo lado do Figueirense, e muita festa, dança do créu e máscara de Marquinhos do outro.

Só foi o árbitro apitar o fim da partida e o que se viu foram coisas distintas nas arquibancadas. Do lado alvinegro, os torcedores começaram a brigar entre si o que gerou correria e pancadaria no setor em que as torcidas organizadas ficam. Para piorar, sobrou para as placas de acrílico do estádio que foram quebradas pelos “torcedores”.

O árbitro relatou o vandalimo na súmula o que pode acarretar em perda de mando de campo do Furacão no restante da Série B.

Do lado azul e branco não podia ser diferente. Vencer o maior rival dentro do Orlando Scarpelli foi comemorado como se fosse título. Teve cânticos, a famosa dança do créu puxada e orquestrada pelos próprios jogadores e máscaras de Marquinhos com torcedores e atletas.

Aos 36 anos, M10 vai se aposentar no final da temporada e disputou o último clássico na casa do rival. Ele entrou aos 46 minutos do segundo tempo mais para ter o gostinho de fazer parte (em campo) da vitória do que para ajudar em si. Vindo de lesão, o meia não disputava uma partida desde o dia 11 de abril, contra o Goiás, pela Copa do Brasil.

Para homenagear o ídolo, a torcida do Leão da Ilha mandou confeccionar diversas máscaras com o rosto do camisa 10. Ao fim do jogo, até os atletas entraram na brincadeira e vestiram o apetrecho. Vencer o clássico vale tudo.

Globo Esporte